Volatilidade global e petróleo caro mexem com seu orçamento
Ibovespa – Na segunda-feira (27), o principal índice da B3 cedeu 0,61%, a 189.578,79 pontos, enquanto o dólar fechou em R$ 4,9827. O movimento combina tensão geopolítica, alta do petróleo e expectativa por cortes de juros, fatores que podem refletir diretamente no preço de viagens, combustíveis e produtos importados.
- Em resumo: real se valoriza, mas a bolsa sente a pressão das blue chips Vale e Itaú.
Por que o real ganhou fôlego contra o dólar?
Com o mercado externo sem novos choques de risco, investidores reduziram a procura por moeda forte e levaram o dólar a romper a barreira psicológica dos R$5. Analistas apontam que o índice DXY ficou lateralizado, sinal de equilíbrio entre apostas de alta e de queda para a divisa americana.
Mesmo sob incertezas, a cotação em R$ 4,98 barateia compras no exterior e pode aliviar pacotes de viagens já contratados.
Impacto direto: combustível, financiamentos e compras online
O petróleo Brent subiu mais de 3% e passou de US$ 102 o barril, favorecendo Petrobras na bolsa, mas sinalizando possível reajuste na bomba. Se a Selic for cortada em 0,25 p.p. na chamada “Super Quarta”, o crédito tende a ficar um pouco mais barato, ainda que a curva de juros indique cautela. Já quem importa componentes ou faz encomendas internacionais sente alívio imediato com o câmbio abaixo de R$5.
O que você acha? Vai aproveitar o dólar mais baixo ou prefere aguardar nova rodada de cortes na Selic? Para mais análises sobre consumo e mercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Seu Crédito Digital