Exclusividade a nível colecionador: detalhes que justificam o valor astronômico
Pagani Zonda 760 Roadster “Diamante Verde” – O bicampeão de Fórmula 1 Fernando Alonso recebeu recentemente o único exemplar do modelo, arrematado por 10 milhões de euros (aprox. R$ 57,6 milhões). A transação reforça a escalada de preços no nicho de carros hiperexclusivos.
- Em resumo: só existe esta unidade no mundo, equipada com motor V12 de 760 cv e acabamento em fibra de carbono verde esmeralda.
Por que o Diamante Verde custa quase R$ 60 milhões?
Construído sob encomenda em 2017, o supercarro combina 780 Nm de torque a uma transmissão manual de seis marchas, acelerando de 0 a 100 km/h em 2,8 s e atingindo 350 km/h. Segundo levantamento da Forbes, a produção limitada e a personalização individualizada são os principais motores de valorização no mercado de hipercarros.
“A etiqueta de €10 milhões reflete raridade absoluta: apenas 700 km rodados e carroceria única em fibra de carbono verde escura”, destaca o anúncio original da revenda alemã Mechatronik.
Impacto no mercado de colecionadores e no bolso de quem investe em luxo
Especialistas apontam que ativos automotivos raros superaram o retorno de obras de arte nos últimos cinco anos, impulsionados pela alta do euro e pela demanda de celebridades. Para consumidores de luxo, a compra funciona como diversificação de patrimônio – mas requer manutenção anual que pode chegar a 5% do valor do veículo, considerando seguros internacionais e revisões especializadas.
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Crédito da imagem: Divulgação / Pagani