Entenda por que o novo modelo pode pesar no seu bolso ainda este ano
Câmara dos Deputados aprovou recentemente um projeto que resgata a identificação regional nas placas de veículos, sinalizando uma possível alta nas taxas de emplacamento e novos trâmites para proprietários.
- Em resumo: nome do estado, município e bandeira podem voltar a ocupar espaço na placa, exigindo nova produção e cobrança.
O que muda na prática?
O texto aprovado na Comissão de Viação e Transportes propõe recolocar informações retiradas quando o padrão Mercosul entrou em vigor em 2020. Além disso, mantém o QR Code de verificação. De acordo com reportagem do G1 Economia, mudanças desse tipo costumam gerar repasse de custos para o consumidor final.
Especialistas em trânsito lembram que a última troca de padrão elevou o valor do emplacamento em vários estados, chegando a dobrar em algumas regiões.
Por que isso afeta o motorista comum?
Mesmo que a troca inicial de placas deva ser obrigatória apenas para veículos novos ou em casos de transferência, quem planeja comprar, vender ou mudar de cidade poderá arcar com valores extras de fabricação e instalação. Em um cenário de inflação acumulada de 4,04% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE, qualquer reajuste pesa ainda mais no orçamento familiar.
O que você acha? A identificação regional facilita a segurança ou apenas encarece o emplacamento? Para mais dicas práticas sobre como poupar no dia a dia, confira nossa editoria Casa & Vida Prática.
Crédito da imagem: Divulgação / Câmara dos Deputados