Estratégia promete esticar o “raipe” de um único dia por meses
Inflr — A adtech brasileira aposta em narrativas contínuas para que o investimento em grandes eventos, como Copa do Mundo ou Rock in Rio, continue rendendo lembrança de marca muito depois do último apito.
- Em resumo: a comunicação migra do palco físico para o celular do público usando dados de localização e distribuição via MoEngage, sem a sensação de interrupção de anúncio.
Do Rock in Rio à Copa: atenção prolongada, não volume de cliques
No projeto com a Rede Ronaldo, batizado de “Brasa em Campo”, a Inflr combina conteúdo de influenciadores, mídia programática e a transmissão confirmada por ESPN, Disney+ e Max. Segundo a Forbes, o orçamento global para marketing de influência deve superar US$ 20 bi em 2024 — cenário que reforça a corrida por soluções capazes de provar retorno real.
“Não é sobre volume de impactos, é sobre precisão e afinidade”, resume Thiago Cavalcante, fundador da Inflr, ao explicar o conceito de “ad no ad”, no qual o usuário avança de um criador ao outro sem perceber a transição comercial.
Por que isso importa para o caixa das marcas
Projetos como o da Britânia, que mantêm comunicação ativa o ano todo, sinalizam uma virada no uso de dados: geolocalização no estacionamento do evento, segmentação por histórico de interações e remarketing cross-canal. Na prática, a marca entra no topo da lista de consideração exatamente no momento da compra, reduzindo desperdício de mídia e poupando parte do budget tradicionalmente gasto em campanhas de voo curto.
Dados do IAB Brasil apontam que mais de 70% dos consumidores já tomaram uma decisão de compra após ver recomendação de criadores. A Inflr tenta capitalizar essa estatística entregando continuidade — algo que algumas empresas perdem ao depender apenas de posts pontuais.
O que você acha? A aposta em “ad no ad” pode substituir campanhas tradicionais ou deve ser vista como complemento? Para acompanhar outras estratégias que mexem direto no bolso do consumidor, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Inflr