Transporte de alta tecnologia quer resgatar o charme do centro histórico
Prefeitura de São Paulo decidiu trocar o VLT por um bonde 100% elétrico guiado por “trilhos virtuais”, movimento que promete acelerar a entrega do projeto e diminuir o impacto das obras nas vias mais antigas da capital.
- Em resumo: adoção da tecnologia ART reduz custo de implantação e evita escavações profundas.
Por que abandonar os trilhos físicos?
Além de cortar a necessidade de valas e catenárias, o novo sistema ficará até 30% mais barato, segundo estimativas preliminares divulgadas na imprensa econômica. O veículo circula sobre pneus, segue marcas pintadas no asfalto e usa sensores para manter o trajeto com precisão de centímetros.
Com o modelo digital, cada quilômetro construído custa menos da metade do valor de um VLT tradicional, segundo técnicos da Secretaria Municipal de Mobilidade.
Impacto direto para quem vive, trabalha ou visita o centro
Menos obras significa menos interdições no trânsito e menor risco de danos a redes de água, energia e telefonia – um alívio para comerciantes e moradores da região. A frota elétrica também elimina emissões locais, ajudando a combater a má qualidade do ar que, de acordo com dados do IBGE, ainda onera o sistema de saúde pública.
No curto prazo, a estimativa é que o primeiro trecho, ligando Mercado Municipal ao Largo do Paissandu, fique pronto em 18 meses. Cidades chinesas, onde a ART já opera há cinco anos, registraram aumento de até 20% no fluxo de turistas nos bairros históricos após a implantação.
O que você acha? A troca do VLT pelo bonde sem trilhos vai realmente revitalizar o centro ou é só promessa? Para mais novidades sobre serviços urbanos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Prefeitura de São Paulo