Do laboratório cearense às rodas de conversa, entenda por que o LED 2026 pode revolucionar a educação alimentar
Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco – Reconhecida por unir saberes tradicionais e inovação, a instituição pousa no Pier Mauá em 16/05/2026, às 16h30, para mostrar como a comida pode gerar renda, fortalecer identidades e mudar destinos.
- Em resumo: Projeto premiado vira vitrine nacional de inclusão produtiva por meio da gastronomia.
Prêmio nacional impulsiona receitas que transformam vidas
A ida ao Festival LED ocorre logo após a escola conquistar o Prêmio LED – Luz na Educação 2026, graças ao laboratório que mistura pesquisa, técnicas de chefs e protagonismo comunitário. O troféu abriu espaço para que a superintendente Selene Penaforte compartilhe, no palco, cases de jovens que hoje empreendem e faturam graças às aulas gratuitas. A valorização de ingredientes locais — como o queijo de cabra de Quixadá e o sorvete de mandioca de Tururu — reforça a cadeia produtiva cearense e, segundo dados do G1 Economia, integra o setor da economia criativa que já movimenta mais de R$ 230 bilhões no país.
“Mostrar que o fogão pode ser ferramenta de transformação social é nosso maior prêmio”, resume Selene Penaforte, que fala no palco Comunidade às 16h30.
Por que isso importa para o seu prato — e para o bolso
Quando a escola incentiva produtores rurais a qualificarem o leite de cabra ou resgata antigas casas de farinha, ela reduz desperdícios e cria novos nichos de mercado. Em casa, o consumidor ganha acesso a alimentos regionais de melhor qualidade e preço competitivo. Além disso, o Ceará sustenta taxa de desemprego 1,4 ponto abaixo da média nacional, movimento que especialistas ligam à expansão da economia gastronômica e cultural.
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Crédito da imagem: Divulgação / Escola de Gastronomia Social