Autorização digital dos pais é requisito para liberar o dinheiro
Pé-de-Meia – O programa de incentivo estudantil aparece creditado no app Caixa Tem, mas milhares de jovens descobrem que não podem tocar no valor até que o responsável legal faça uma liberação eletrônica. A trava, confirmada para 2026, evita fraudes, mas pode atrasar o planejamento de quem contava com o recurso para transporte ou material escolar.
- Em resumo: sem a assinatura digital do pai, mãe ou tutor, Pix, transferências e saques ficam bloqueados.
Por que a Caixa travou as contas dos estudantes?
Pela legislação bancária, menores de 18 anos só movimentam contas com anuência formal do responsável. A Caixa Econômica Federal adotou um protocolo extra no Pé-de-Meia, já que a verba vem de fonte pública. Segundo reportagem do G1 Economia, a medida acompanha o aumento de tentativas de golpe em benefícios sociais.
Sem a autorização digital, o aplicativo exibe o saldo, mas impede qualquer transação: “Operação não permitida para este usuário menor de idade”, alerta a tela.
Passo a passo para destravar o saldo sem sair de casa
Tudo é feito pelo celular: o estudante informa o CPF do responsável, que recebe notificação no próprio Caixa Tem e confirma a liberação. O processo leva menos de cinco minutos, mas exige que os dados do Cadastro Único (CadÚnico) estejam atualizados – divergências de CPF ou endereço suspendem o pagamento até correção no CRAS.
Em um cenário de inflação acumulada em 4,5% nos 12 meses anteriores, cada parcela do Pé-de-Meia faz diferença no orçamento doméstico, seja para recarregar o passe de ônibus ou comprar itens de papelaria que subiram acima do índice geral, conforme levantamento do IBGE.
O que você acha? Já providenciou a autorização e conferiu se o CadÚnico da família está correto? Para acompanhar outras dicas de como proteger sua renda, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Caixa Econômica Federal