Dos laboratórios franceses às prateleiras brasileiras, a embalagem virou ícone cultural
Pastilhas Valda – Criadas em 1901 pelo farmacêutico Henri Canonne, as balinhas medicinais cruzaram o Atlântico em 1914 e nunca mais saíram do nécessaire de quem busca alívio rápido para a tosse. Mais do que o sabor mentolado, a lata redonda se transformou em símbolo pop que atravessa gerações e agora ganha novo capítulo de design.
- Em resumo: A marca modernizou a clássica lata verde sem abandonar o formato que a consagrou.
Por que a lata redonda virou case de marketing
Ao adotar, ainda no início do século passado, um recipiente metálico hermético, a Valda garantiu durabilidade ao produto e criou um diferencial visual que se destacou nas farmácias da época — estratégia que hoje seria chamada de “branding sensorial”. Estudos sobre memória afetiva apontam que embalagens icônicas têm até 30% mais chance de serem lembradas pelos consumidores durante a compra.
Em 1901, as pastilhas eram receitadas como “o único medicamento capaz de combater a tosse e doenças respiratórias”, registam arquivos farmacêuticos franceses.
Sustentabilidade e conveniência ditam o futuro da embalagem
Além da nostalgia, a nova versão da lata aposta em aço 100% reciclável. Segundo a Abralatas, 98,7% das latas de aço consumidas no Brasil voltam ao ciclo produtivo, reforçando o apelo sustentável que pesa cada vez mais na decisão de compra. Para o consumidor, o redesign traz tampa de rosca mais firme, evitando desperdício de pastilhas na bolsa ou no porta-luvas.
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Crédito da imagem: Divulgação / Valda