Quando a consciência não vira proteção e o risco bate à porta
Icatu Seguros – A nova pesquisa “Vida e Finitude” revela que 67% dos brasileiros já refletem sobre a própria morte, mas apenas 12% contam com seguro de vida, um vácuo que deixa famílias expostas a gastos inesperados e herança de dívidas.
- Em resumo: Geração Z lidera a reflexão sobre finitude, porém ainda falha em blindar o orçamento.
Reflexão em alta, planejamento em baixa
Entre jovens de 16 a 28 anos, 22% declaram pensar frequentemente na morte – salto de 15 pontos ante os Baby Boomers. Mesmo assim, só um entre cada oito entrevistados possui apólice ativa, contra 53% que preferem deixar poupança ou investimentos. Segundo dados do G1 Economia, a renda média do brasileiro perdeu poder de compra para a inflação recente, ampliando a necessidade de colchão financeiro.
“A dificuldade não é falar sobre a morte, e sim transformar a conversa em ação prática”, pontua Luciana Bastos, diretora de produtos de vida da Icatu Seguros.
O impacto direto no seu bolso e no da família
Sem cobertura adequada, despesas como funeral – que podem ultrapassar R$ 7 mil nas capitais – e impostos sucessórios recaem imediatamente sobre herdeiros. O seguro de vida oferece liquidez em até 30 dias, recurso vital quando o orçamento já convive com um endividamento que atinge 78,5% das famílias, segundo a Confederação Nacional do Comércio.
Além de amparar beneficiários em caso de morte, apólices modernas cobrem doenças graves e afastamento do trabalho, atuando como suplemento de renda. Para quem paga menos de 35 anos, prêmios iniciam em valores próximos aos de um serviço de streaming, mas protegem patrimônio inteiro – informação que costuma passar despercebida no planejamento financeiro doméstico.
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Crédito da imagem: Divulgação / InfoMoney