Objetivo é acelerar concessões e devolver confiança a segurados
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – Na última semana, a recém-empossada presidente Ana Cristina Silveira deixou claro que encurtar o tempo de espera para aposentadorias, pensões e auxílios será o termômetro de sua gestão.
- Em resumo: foco total em zerar a fila de processos que já ultrapassa 1,8 milhão de requerimentos.
Fila histórica pressiona orçamento e famílias
Segundo levantamento divulgado pelo G1 Economia, a fila do INSS somava cerca de 1,8 milhão de pedidos pendentes até maio de 2023. Cada mês adicional de espera significa orçamento apertado para famílias que contam com o benefício como única fonte de renda.
“Vamos tornar o atendimento mais ágil, transparente e acolhedor para que o segurado não se sinta abandonado”, afirmou Ana Cristina em entrevista ao programa A Voz do Brasil.
Digitalização e mutirões: o que muda para quem aguarda
A presidência aposta em três frentes: mutirões presenciais, reforço de peritos aposentados e ampliação do uso do aplicativo Meu INSS para protocolos e laudos médicos. A digitalização, além de reduzir custos administrativos, pode cortar em até 40% o tempo médio de análise, segundo especialistas em direito previdenciário.
Para o segurado, isso significa antecipar decisões que afetam pagamento de medicamentos, contas básicas e até parcelamento de supermercado. Em paralelo, programas de revisão de benefícios visam evitar fraudes, protegendo recursos públicos e garantindo que quem realmente precisa receba primeiro.
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Crédito da imagem: Divulgação / INSS