Arte popular, cores quentes e memória afetiva marcam a residência na capital baiana
Regina Casé – A atriz e apresentadora abriu as portas de sua casa em Salvador, transformada em vitrine de arte popular nordestina e lembranças de viagem, dando lições de como incorporar personalidade sem estourar o orçamento.
- Em resumo: Peças garimpadas em feiras locais e reaproveitamento de móveis antigos criam um ambiente único e econômico.
Garimpo consciente: quando a decoração vira investimento cultural
O acervo da artista reúne xilogravuras, cerâmicas do Recôncavo Baiano e tecidos tingidos à mão. O mercado de artesanato brasileiro já movimenta cerca de R$ 54 bilhões ao ano, mostrando que valorizar produção local é também girar a economia.
“Cada peça tem uma história, seja de um mestre popular ou de um amigo que virou artista durante a pandemia”, contou a apresentadora em entrevista recente.
Como aplicar as ideias sem sair do orçamento
Especialistas em consumo doméstico recomendam começar com pequenos objetos – almofadas bordadas, cestas de palha ou quadros de feiras regionais – que custam, em média, 30% menos fora dos grandes centros. Outra dica é dar nova função a móveis herdados: uma cômoda antiga vira bar ou aparador, reduzindo gastos com itens novos e diminuindo o descarte de resíduos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Alto Astral