Evite troca e desperdício entendendo acabamento, formato e borda
Porcelanato — material estrela da construção por sua baixa absorção de água e alta resistência — pede análise criteriosa para não virar dor de cabeça (e aumentar a conta da obra) na hora da instalação.
- Em resumo: cada acabamento, visual e tamanho tem ambiente indicado; escolher errado pode gerar pisos escorregadios, desgaste precoce ou despesas com recorte e rejunte.
Acabamento certo previne escorregões e retrabalho
No mercado, opções como polido, acetinado, matte, natural e hard (antiderrapante) atendem de salas a áreas externas. Segundo dados do IBGE sobre custo da construção, materiais inadequados respondem por parte dos gastos extras que fazem o orçamento da obra subir acima da inflação.
Peças polidas brilham, mas, em contato com água, aumentam o risco de quedas; já o acabamento hard tem textura que garante aderência em varandas e quintais.
Formato e borda influenciam no orçamento da obra
Ambientes pequenos se beneficiam de 20 × 20 cm ou 60 × 60 cm, que aceitam caimento para o ralo sem muitas quebras. Já salas amplas ganham sensação de continuidade com 100 × 100 cm ou lastras de 120 × 120 cm, reduzindo linhas de rejunte. Bordas retificadas permitem juntas mínimas e aparência mais limpa; as bold, de canto levemente arredondado, dispensam nivelamento milimétrico, mas consomem mais rejunte.
De olho no bolso, lembre-se: formatos grandes exigem mão de obra especializada e dupla colagem, enquanto peças menores podem ser assentadas por profissionais generalistas. Avalie o custo de instalação antes de cair na tentação de um visual de revista.
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Crédito da imagem: Divulgação / Portinari