Entenda por que o extra de abril pode aliviar o orçamento familiar
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (INSS) – Desde 24 de abril, aposentados, pensionistas e demais segurados já veem a primeira metade do 13º cair junto ao benefício mensal, injeção que movimenta bilhões de reais e promete fôlego às contas domésticas em pleno primeiro semestre.
- Em resumo: a 1ª parcela vai de 24/4 a 8/5, enquanto a 2ª chega entre 26/5 e 6/6, seguindo o final do benefício.
Calendário escalonado coloca mais de R$ 35 bi em circulação
Os depósitos obedecem ao dígito final do benefício e à faixa salarial. A estratégia de antecipação, mantida pelo governo desde a pandemia, estimula consumo e quita dívidas, num momento em que o IPCA acumulado em 12 meses gira em torno de 4,4%, segundo dados do IBGE.
A primeira metade corresponde a 50% do valor mensal, sem descontos; a segunda pode vir com retenção de Imposto de Renda, conforme a renda do segurado.
Como esse reforço impacta contas de luz, feira e farmácia
Economistas lembram que o abono chega justo quando despesas sazonais — como material escolar parcelado e reajustes de energia — apertam o caixa familiar. Destinar parte do 13º à quitação de dívidas de cartão, que hoje ultrapassam 45% dos lares brasileiros, pode poupar juros de mais de 400% ao ano e liberar crédito para necessidades básicas.
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Crédito da imagem: Divulgação / INSS