Prazo estendido elimina corrida aos postos de atendimento
INSS — O Instituto informou recentemente que aposentados, pensionistas e demais segurados não precisam, por ora, substituir o RG pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para continuar recebendo seus benefícios. A adaptação será gradual e vinculada ao calendário de prova de vida biométrica, evitando filas e gastos extras.
- Em resumo: quem já faz a prova de vida digital não precisa trocar o documento imediatamente.
Por que o INSS mudou o calendário da biometria?
A autarquia alega que a unificação da base biométrica do governo exige adequações técnicas nos sistemas do Dataprev. De acordo com nota oficial publicada no portal do INSS, o novo cronograma foi pactuado para reduzir fraudes sem prejudicar quem depende mensalmente do pagamento.
“Quem não cumprir os prazos de atualização poderá ter o benefício temporariamente suspenso até a regularização”, alertou o órgão no comunicado.
Impacto no seu dia a dia e no bolso
A decisão evita que aproximadamente 37 milhões de beneficiários arquem, de imediato, com custo de deslocamento ou emissão do novo documento. Além disso, a CIN — que utiliza o CPF como número único — será emitida gratuitamente na primeira via, mas alguns estados ainda não estão equipados para a demanda.
Especialistas em direito previdenciário lembram que a prova de vida agora é automática: o INSS cruza dados de vacinação, votação e transações bancárias para confirmar que o segurado está ativo. Mesmo assim, vale conferir se o aplicativo Meu INSS notificou pendência específica no seu perfil.
Para quem mora em regiões onde o novo RG já é emitido, a dica é agendar a troca em data mais tranquila, evitando aglomerações e eventuais taxas de urgência. E atenção: a carteira antiga só perderá validade em 2032, segundo decreto federal, o que dá margem confortável para a atualização.
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Crédito da imagem: Divulgação / INSS