Entenda por que as tentativas de fraude disparam e como blindar seu benefício
INSS – A temporada de declaração de renda e reajustes de benefícios trouxe, recentemente, uma enxurrada de golpes virtuais capazes de sugar o dinheiro de aposentados e pensionistas em poucos cliques.
- Em resumo: cinco artimanhas estão no topo das reclamações e já afetam milhares de segurados.
As armadilhas que roubam dados (e dinheiro) dos aposentados
De ligações suspeitas a mensagens “urgentes” no WhatsApp, criminosos copiam a linguagem oficial para convencer a vítima. Segundo levantamento do Procon-SP, a queixa sobre fraudes previdenciárias subiu mais de 30% no primeiro trimestre.
“Qualquer contato prometendo liberação imediata de atrasados ou exigindo pagamento antecipado é golpe; o INSS nunca cobra taxas desse tipo”, alerta a autarquia.
Como cada golpe funciona e as defesas práticas
Prova de vida falsa: links que imitam o Meu INSS pedem selfie e documento. Ignore e faça o procedimento só no app oficial ou presencialmente no banco.
Atualização cadastral por telefone: golpista ameaça bloquear o benefício. Desligue e ligue para o 135 para confirmar qualquer pendência.
Empréstimo consignado irresistível: taxas “milagrosas” escondem pedido de depósito adiantado. Bancos autorizados jamais cobram antecipadamente.
Liberação de valores atrasados: oferecem suposta revisão com depósitos de custas. O INSS comunica créditos exclusivamente pelo portal gov.br ou carta registrada.
Falso servidor no WhatsApp: perfil com brasão oficial envia link que instala malware. O órgão não faz atendimento por contas pessoais no aplicativo.
Para reforçar a segurança, mantenha antivírus atualizado, ative a verificação em duas etapas do gov.br e nunca compartilhe senhas. A Federação Brasileira de Bancos estima que golpes digitais ocasionaram prejuízo de R$ 2,7 bilhões aos consumidores em 2025, sinal de que a engenharia social continua rentável para quadrilhas especializadas.
O que você acha? Já recebeu alguma mensagem suspeita em nome do INSS? Conte nos comentários. Para mais orientações de consumo seguro, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik