Gamificação, roleta de prêmios e bikedoor viraram ímã de clientes
McDonald’s — A rede usou pontos de grande circulação para transformar simples passantes em clientes de forma imediata, em uma ação que, segundo a produtora CW Eventos, gerou aumento notável de visitas e impacto direto no comportamento de compra.
- Em resumo: a marca levou interação ao meio da rua e viu o fluxo nos caixas saltar.
Do fluxo urbano ao caixa: a tática que virou case
A intervenção somou abordagem ativa de promotores, visual de alto impacto, câmera 360° e uma roleta de prêmios que parava quem passava na calçada. O resultado foi transformar tráfego de pedestres em conversão dentro da loja — algo que vai ao encontro de dados do G1 Economia que apontam a retomada do consumo fora do lar no Brasil em meio à competitividade acirrada do food service.
Para especialistas em varejo, “quando branding e performance se unem no mundo real, o tíquete médio cresce sem exigir grandes descontos”.
Por que isso importa para o seu bolso – e para outras marcas
Além de reforçar a lembrança de marca, o formato reduz custos de mídia: ao ocupar o entorno das unidades, o McDonald’s canalizou a verba destinada a anúncios digitais para ativação direta, atraindo clientes prontos para comprar. Em períodos de inflação acumulada de 2,41% na alimentação fora do lar (IPCA/IBGE, abril), iniciativas que convertem rápido ganham peso estratégico no caixa.
Para negócios menores, vale adaptar a ideia: concentrar ações interativas em datas de maior fluxo (fim de semana ou hora do almoço) usando brindes de baixo custo ou parcerias locais pode triplicar as entradas sem elevar o preço do cardápio.
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Crédito da imagem: Divulgação / McDonald’s