Por que a embalagem minimalista virou a nova “proteína extra” nas gôndolas
Your Protein — A marca chilena de água com proteína aposta em rótulos limpos e ilustrações geométricas para fisgar o consumidor que, recentemente, passou a ler ingredientes e a exibir nas redes o que coloca no carrinho.
- Em resumo: quando todos adicionam proteína, é o design que decide quem sai da prateleira.
Proteína já não basta: o cérebro compra primeiro com os olhos
Dados da Anvisa sobre rotulagem nutricional mostram que a busca por transparência nos ingredientes disparou. Paralelamente, a pesquisa 2024 da Innova Market Insights revelou que 42% dos consumidores elegem a proteína como critério-chave — mas a diferenciação ficou restrita quando quase toda a categoria aderiu ao mesmo claim.
“Não é só o fato de ter proteína que vende. O design transforma a opção em desejo.”
O impacto direto no carrinho (e no feed) do brasileiro
Com projeção global de crescimento de 15% ao ano para bebidas funcionais até 2034, segundo a Innova, especialistas apontam que itens visualmente marcantes podem girar 30% mais rápido nas prateleiras, refletindo em reposição acelerada e, consequentemente, preços mais competitivos para o consumidor final.
Além disso, a geração Z converte consumo em linguagem social: o produto precisa “fotografar bem”. Por isso, marcas que investem em embalagens modernas ganham vantagem dupla — vendem mais no ponto de venda e conquistam mídia espontânea no Instagram ou TikTok, sem gastar em anúncios.
O que você acha? A aparência do produto influencia seu bolso ou sua decisão na hora de escolher bebidas saudáveis? Para entender outras tendências que mexem com o preço dos alimentos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Palp Studio