O ex-garçom que driblou a pandemia e virou referência em cortes premium
Restaurante Zé Mathyas — Aberto em plena crise sanitária, o endereço cearense saiu da garagem da família para virar point de amantes de carne nobre, criando fluxo turístico e novo fôlego para a economia local.
- Em resumo: casa atrai público que percorre até 100 km para provar o icônico Tomahawk.
Da bandeja ao próprio negócio: lições que valem dinheiro
A trajetória de Francisco da Silva Matias ilustra como a hospitalidade aprendida quando era garçom virou alicerce para um serviço premiado. O boom de microempresas no país — alta de 20% em 2025, segundo reportagem da Forbes — reforça que experiência prévia e atendimento humanizado podem ser diferenciais decisivos.
“Foi vendo o sorriso de cada cliente que percebi: podia ir além de servir, podia cozinhar histórias” — Francisco Matias.
Por que a fórmula “corte premium + acolhimento” funciona tão bem
Além de manter padrões rígidos de qualidade, o Zé Mathyas capitaliza a carência regional por casas especializadas em parrilla. Em um cenário onde 64% dos consumidores buscam experiências gastronômicas como forma de lazer, segundo o Sebrae, a aposta em peças como o Tomahawk cria ticket médio alto e fidelização.
Outro trunfo é o clima de casa de amigos: salão compacto, equipe treinada para lembrar nomes e sugestões de harmonização com vinhos nacionais em conta. Resultado? Clientela que topa rodar estradas, movimenta postos de combustível e aquece o comércio local de Horizonte.
E você? Já percorreu longas distâncias por um prato inesquecível? Conte nos comentários! Para descobrir outras histórias de sucesso na gastronomia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Zé Mathyas