Frete diluído impulsiona capilaridade e garante prazos
Transvias – Maior guia de transportes do País, a companhia aponta que, recentemente, o compartilhamento de caminhões virou estratégia-chave para entregar mais rápido, cortar custos fixos e atender o e-commerce fora dos grandes centros.
- Em resumo: cargas de vários embarcadores viajam juntas, o caminhão roda cheio e o valor do frete cai.
Por que o modelo fracionado ganhou tração agora
Com o e-commerce crescendo 9,6% em 2025, segundo dados do IBGE, o consumidor migrou para cidades médias e pequenas. Para as transportadoras, enviar um único pedido por caminhão ficou inviável; dividir o espaço passou a ser a saída mais barata – e ambientalmente mais inteligente.
“Registramos aumento de 32% nas consultas sobre fracionado e redespacho em 12 meses”, revela Célio Martins, gerente de Novos Negócios da Transvias.
Impacto direto no caixa de PMEs e no preço final
Se um furgão vai meio vazio, quem paga a conta é o embarcador – e, no fim, o consumidor. Ao unir mercadorias de vários remetentes, o custo por quilômetro cai e o valor por unidade entregue pode recuar até 20%, segundo cálculos do setor. Esse alívio chega às pequenas e médias empresas que vendem on-line: elas ganham fôlego de caixa para investir em estoque ou marketing, sem repassar tudo para o carrinho do cliente.
Para o motorista e para a malha rodoviária, há outro ganho: rotas otimizadas significam menos viagens e menor emissão de CO₂. Na prática, é um passo importante enquanto o Brasil ainda depende do modal rodoviário para 65% da carga.
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Crédito da imagem: Divulgação / Transvias