Como jingles de marcas viraram trilha oficial das arquibancadas
Itaú — A nova série documental “Manto e Marca”, lançada recentemente pelo portal Meio & Mensagem, abre o vestiário das campanhas que grudaram na cabeça dos torcedores e, de quebra, influenciaram consumo, escolha de bancos e até o ritmo das comemorações em casa durante os jogos.
- Em resumo: O episódio revisita o jingle do Itaú e mostra por que músicas comerciais ainda rendem lembrança e vendas em ano de Mundial.
O poder da música que faz o torcedor cantar — e comprar
Segundo levantamento citado na série, campanhas musicais com forte apelo emocional elevam em até 30% o índice de lembrança de marca durante a Copa do Mundo, de acordo com dados compilados pela Exame.
Os criativos contaram que o jingle foi testado em diferentes estádios antes de ir ao ar; a meta era virar coro espontâneo nas arquibancadas, e funcionou.
Nostalgia que movimenta bilhões em publicidade
O investimento publicitário na Copa salta a cada edição. Em 2022, as marcas brasileiras injetaram cerca de R$ 9,5 bilhões em mídia esportiva, estimativa alinhada aos números do Kantar Ibope. Hinos como o do Itaú, “Coração em campo”, e trilhas eternizadas pela Globo são peças-chave para diluir esse custo ao gerar mídia orgânica — vídeos de reações nas redes e playlists no streaming — muito além das quatro semanas de campeonato.
Para o consumidor, o resultado aparece no cotidiano: a música toca no comércio, embala ofertas relâmpago no e-commerce e até dita a playlist do churrasco. Entender essa conexão ajuda a planejar compras e evitar impulsos motivados pela euforia esportiva.
O que você acha? Os jingles realmente influenciam suas escolhas de consumo na Copa? Para mais análises sobre marketing e hábitos de compra, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Meio & Mensagem