Concorrência com fintechs e pressão por cortes de custo aceleram a corrida tecnológica
Institutos de ciência e tecnologia tornaram-se a peça que faltava para bancos brasileiros ganharem fôlego competitivo, reduzir despesas e entregar serviços mais seguros ao cliente, mostram dados divulgados recentemente.
- Em resumo: instituições financeiras ampliam convênios de P&D para aplicar IA em fraudes, crédito e atendimento.
De laboratório a parceiro estratégico: a virada de chave do setor
Já não basta ter um time interno de TI. De olho no avanço das fintechs, os bancos passaram a contratar pesquisadores, engenheiros de dados e especialistas em segurança diretamente de centros de inovação – movimento que acompanha tendências apontadas pelo IBGE sobre digitalização econômica e pela consultoria McKinsey.
Levantamento da McKinsey indica que o sistema financeiro está entre os maiores investidores globais em inteligência artificial, à frente de segmentos como varejo e telecom.
Por que isso afeta o dia a dia do correntista
Na prática, o bolso do consumidor sente o reflexo: chatbots resolvem problemas em segundos, o risco de fraude cai graças a modelos preditivos e ofertas de crédito ficam mais personalizadas. Além disso, a automatização de tarefas rotineiras promete enxugar custos operacionais — economia que pode ser repassada em tarifas menores, segundo analistas do mercado.
O que você acha? A parceria banco-instituto vai mesmo baratear tarifas ou é só estratégia de marketing? Conte pra gente e, para acompanhar outras tendências que mexem com o seu dinheiro, visite nosso portal.
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