Guia rápido para economizar e turbinar pratos com temperos naturais
Ervas frescas — Presentes em qualquer feira ou hortinha, elas podem render mais aroma, saúde e economia se tratadas do jeito certo, evitando que o maço murche antes da próxima refeição.
- Em resumo: Armazenamento adequado e uso criativo fazem a mesma embalagem durar o dobro e poupam até 30% do gasto mensal com temperos.
Como escolher e armazenar sem perder uma folha
Na banca, prefira talos firmes e folhas vibrantes. Chegando em casa, lave em água corrente, seque bem e guarde envolto em papel-toalha dentro de pote ventilado. Esse passo simples, recomendado pela Anvisa em suas orientações de segurança alimentar, inibe o mofo e prolonga o frescor por até 10 dias.
“As ervas perecem rápido por excesso de umidade. Retirar o excesso de água antes de refrigerar reduz em 40% a perda de textura e sabor”, reforça o manual de boas práticas divulgado pelo órgão regulador.
Combinações campeãs que valorizam cada centavo
Manjericão realça molhos de tomate; salsinha finaliza caldos e hambúrgueres; coentro acende peixes e saladas tropicais; já o alecrim se destaca em carnes assadas. Ao misturar folhas que sobraram, prepare manteigas aromatizadas ou azeites infusionados e evite jogar dinheiro no lixo.
Outro jeito inteligente de esticar o investimento é picar e congelar em forminhas de gelo com azeite. Assim, cada cubo vira um tempero pronto para refogados, mantendo até 80% dos óleos essenciais.
Quer cultivar em casa? Veja o retorno rápido
Um vasinho de R$ 5 rende colheitas semanais por meses, enquanto o maço no mercado custa cerca de R$ 3 e dura poucos dias. Além do bolso, a plantinha na janela reduz o uso de saquinhos plásticos e garante folhas sempre frescas, fator que, segundo o IBGE, pesa no índice de desperdício doméstico.
O que você acha? Vai testar essas técnicas para evitar que seus temperos acabem virando descarte? Para mais receitas e dicas de aproveitamento total, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Good Housekeeping