Como aplicar materiais nobres e iluminação certa sem estourar o orçamento
Patricia Penna Arquitetura & Design mostra, em projeto exibido na Mostra Artefacto 2026, que a escolha certa de peças e acabamentos pode poupar retrabalhos caros e manter a casa atual por anos.
- Em resumo: madeira de qualidade, pedras naturais e móveis de linhas curvas formam a base de um décor perene.
Equilíbrio entre passado e presente: a fórmula infalível
Ao misturar piso de tauari em escama-de-peixe – técnica que atravessa séculos – com lustres de cristal dos anos 1960, a arquiteta cria diálogo visual sem cansar os olhos. Segundo a profissional, a neutralidade dos tons cinza e chumbo garante que nenhum elemento “brigue” entre si. Dados do IBGE apontam que materiais de maior durabilidade reduzem em até 18% o gasto com manutenção em 10 anos, reforçando o valor prático da escolha.
“Materiais resistentes cruzam a história da arquitetura como prova de qualidade estética e funcional”, destaca Patricia Penna.
Impacto direto no bolso: por que atemporalidade sai mais barata
Móveis de design orgânico, populares entre 1930 e 1950, voltam com força por permitirem circulação fluida e dispensarem substituições frequentes. O uso estratégico de LED embutido – em vez de luminárias datadas – corta até 80% do consumo de energia em relação a lâmpadas incandescentes, segundo cálculo da Eletrobras. Já paletas neutras criam base sólida para inserir toques de cor sem reformas custosas, poupando pintura completa a cada tendência de estação.
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Crédito da imagem: Divulgação / JP Image