Entenda como a agência dribla a dispersão digital e protege o ROI das marcas
Tech&Soul — A agência comandada por Flavio Waiteman aposta em um “filtro criativo” para combater a avalanche de canais e manter o cliente concentrado no que realmente move vendas e reputação.
- Em resumo: metodologia seleciona ideias que convertem, evita desperdício de verba e garante continuidade de storytelling.
Filtro separa ruído de oportunidade
De acordo com Waiteman, o excesso de pontos de contato pode levar marcas a ações dispersas e pouco mensuráveis. O “filtro” funciona como uma triagem que alinha cada criação ao core do negócio, princípio que dialoga com estudos da Exame sobre retorno em mídia.
“Todos os dias precisamos contar uma história relevante o bastante para sobreviver, como Sherazade em ‘As Mil e Uma Noites’”, compara o executivo.
Continuidade que preserva valor no longo prazo
Para o cofundador da agência, criatividade não se esgota em campanhas pontuais. Ela molda comportamento humano, previne erros já cometidos por outros setores e acelera avanços em saúde, educação e cultura. Essa visão explica por que a Tech&Soul opera de forma integrada, semelhante a uma cozinha que depende de um ecossistema completo — da escolha do ingrediente à apresentação final.
Em um mercado que movimentou R$ 62,5 bilhões em 2023, segundo o Cenp-Meios, cortar a dispersão pode significar economia direta de verba e melhor leitura de ROI, tema que ganhou força com a escalada dos custos de mídia programática.
O que você acha? A triagem de ideias é o caminho para campanhas mais eficientes ou pode limitar a ousadia criativa? Para mais análises práticas sobre rotina e consumo, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Tech&Soul