Modelo integrado promete campanhas mais enxutas e retorno mais rápido
Publicis Brasil – De volta ao país após rodar polos digitais em Toronto, Detroit e São Francisco, o CCO Mauro Ramalho defende que o futuro da propaganda passa por equipes que mesclam tecnologia, dados e sensibilidade cultural, reduzindo retrabalho e custos de produção.
- Em resumo: Ramalho aposta em processos não lineares que encurtam prazos e elevam a performance dos anúncios.
De agência digital pioneira ao comando da Publicis
Formado na era dos banners e dos primeiros e-commerces, Ramalho estreou na histórica AgênciaClick, quando o mercado brasileiro ainda destinava a maior parte do orçamento à TV. A experiência internacional na Organic e na AKQA ampliou o repertório do executivo, que hoje lidera um time de 230 criativos em São Paulo. A guinada acompanha o fluxo global: em 2023, o investimento em publicidade digital superou 65% do bolo mundial, segundo levantamento da Exame.
“Enquanto todos falavam em formatos tradicionais, eu já mirava o que vinha pela frente”, relembra Mauro Ramalho, citando a passagem pela AgênciaClick como divisor de águas.
O que muda na prática para marcas — e para o consumidor
Na visão do executivo, cruzar dashboards de comportamento com leitura cultural acelera testes A/B, evita veiculações ineficientes e pode baratear em até 30% o custo por alcance, índice observado em campanhas recentes da casa. Em tempos de inflação de serviços e pressão por ROI, a lógica interessa a qualquer empresa — do pequeno e-commerce ao gigante de bens de consumo.
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Crédito da imagem: Divulgação / Publicis Brasil