Tecnologia de laboratório vira “outdoor vivo” e promete fórmulas mais precisas
Avon lançou recentemente um anúncio impresso diretamente em pele humana bioimpressa, marcando um salto na pesquisa cosmética que pode acelerar produtos mais eficazes e, no longo prazo, aliviar o custo final para quem compra cremes e séruns anti-idade.
- Em resumo: é a primeira pele 3D menopausada usada como mídia para debater climatério e acabar de vez com testes em animais.
Como funciona a pele 3D criada com células brasileiras
A “MenoSkin”, desenvolvida a partir de células de voluntárias nacionais, replica características da pele no climatério. O material permite ensaios laboratoriais detalhados de ativos, alinhando-se às normas da Anvisa que incentivam métodos alternativos e encurtando etapas de validação de fórmulas.
“Este anúncio na pele é o símbolo da nova Avon: tecnológica, ousada e, acima de tudo, a maior aliada da jornada feminina”, afirma Tatiana Ponce, CMO global da marca.
Por que isso pode baratear futuros cremes faciais
Ao concentrar os testes em um modelo 3D reproduzível, a empresa reduz desperdício de ingredientes e corta custos com protótipos físicos. Em mercados onde a inflação de cosméticos beira 8% ao ano, cada etapa otimizada ajuda a segurar preços na gôndola e aumenta a oferta de fórmulas específicas para a menopausa, faixa etária que deve movimentar R$ 26 bilhões no setor de beleza até 2030, segundo projeções da Euromonitor.
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Crédito da imagem: Divulgação / Avon