Levantamento detalha como ingredientes in natura reduzem a conta do mês
IBGE – Um estudo recente divulgado pelo instituto mostra que refeições baseadas em alimentos in natura e minimamente processados ficam, na média, mais leves para o orçamento familiar do que cardápios repletos de produtos ultraprocessados, contrariando a percepção popular de que comer bem exige um alto investimento.
- Em resumo: dados oficiais comprovam que itens como arroz, feijão, ovos e hortaliças pesam menos no bolso do que industrializados prontos para consumo.
Mito do “caro” desmorona com números oficiais
Segundo a última divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acompanhada pelo IBGE, a inflação dos in natura ficou abaixo da média dos industrializados nos últimos 12 meses. A nutricionista Juliana Andrade observa que, além de custar menos, esse grupo oferece maior densidade nutricional por real gasto.
“Quando o consumidor volta para o básico — grãos, verduras da estação e proteínas simples — ele não apenas economiza, mas também reduz o consumo de sódio, açúcares e aditivos”, explica a especialista.
Planejamento é o segredo para poupar e comer bem
Planejar o cardápio da semana, comprar itens da época e evitar o desperdício são práticas que amplificam a economia apontada pelo estudo. De acordo com o Procon, o brasileiro descarta, em média, 15% dos alimentos comprados; transformar sobras em novas preparações pode baixar ainda mais a conta do mercado.
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