Quando o frasco colorido pode ser excesso e não ajuda
Vitaminas infantis – nos últimos meses, a oferta de gomas e comprimidos mastigáveis explodiu nas prateleiras brasileiras, levantando a dúvida: vale mesmo investir nesses suplementos ou basta um prato equilibrado?
- Em resumo: Especialistas alertam que, sem recomendação médica, o uso rotineiro pode ser desperdício de dinheiro e nutrientes.
O que dizem pediatras e agências de saúde
Segundo o Ministério da Saúde, crianças saudáveis que mantêm alimentação variada dificilmente carecem de suplementação. O órgão reforça que megadoses de vitaminas A e D, por exemplo, podem causar intoxicação.
“Como mãe e nutricionista, sempre questionei o que realmente vale a pena oferecer aos meus filhos”, relata a autora do estudo original, frisando a importância de orientação profissional antes de abrir o frasco de vitaminas.
Impacto no bolso e alternativas práticas
Um kit mensal de gomas pode custar o mesmo que cinco quilos de frutas da estação — suficientes para cobrir a cota diária de vitaminas C, A e do complexo B. Ajustar o cardápio, portanto, sai mais barato e ensina hábitos saudáveis que se prolongam na adolescência.
Para driblar a resistência das crianças, nutricionistas recomendam incluir alimentos de cores diferentes em cada refeição, transformar legumes em purês cremosos e oferecer frutas in natura como sobremesa. Assim, vitaminas e minerais vêm em pacote completo, acompanhado de fibras e antioxidantes que não cabem numa pílula.
O que você acha? Seu filho já pediu aquelas gomas multicoloridas? Compartilhe nos comentários e, para mais dicas sobre nutrição e consumo, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik