Nova frente da Embrapa promete cortar emissões e custos na fazenda
Embrapa Agroenergia acaba de receber R$ 14 milhões para ampliar laboratórios e, em até 36 meses, entregar rotas de biocombustíveis e bioinsumos que podem reduzir a conta de diesel, fertilizantes e proteger lavouras com menor pegada de carbono.
- Em resumo: cinco centros da Embrapa vão transformar restos de safra em etanol, SAF, biometano e defensivos de baixas emissões.
R$ 14 milhões para transformar lixo agrícola em energia
Com o projeto Bioinova, a estatal moderniza equipamentos capazes de converter canola tropicalizada, macaúba e resíduos de usinas em combustível sustentável de aviação, biohidrogênio e etanol. Segundo o pesquisador Bruno Laviola, a infraestrutura multiusuária acelera testes e encurta o caminho até o produtor.
“Vamos qualificar processos e entregar soluções em SAF, biohidrogênio, biometano e novos bioinsumos”, afirma Laviola.
Impacto direto: diesel mais barato e lavoura protegida
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Crédito da imagem: Divulgação / Bruno Laviola – Embrapa