A cor vibrante esconde mitos sobre sabor, saúde e preço
Frango amarelo – Queridinho de quem busca “produto mais natural”, ele costuma custar alguns reais a mais na prateleira. Mas, segundo especialistas, a coloração dourada nasce, na maioria das vezes, da ração rica em milho ou de pigmentos autorizados, e não de um manejo diferenciado que justificaria o valor extra.
- Em resumo: a cor não garante nutrição superior nem criação livre, mas pode influenciar levemente o sabor final.
Por que alguns frangos chegam às gôndolas dourados?
A tonalidade amarelada aparece quando a ave consome ração com alto teor de carotenoides ou aditivos permitidos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária confirma que o uso desses pigmentos é regulamentado e seguro para o consumo humano. Confira os detalhes no portal de alimentos da Anvisa.
“Pele dourada não é sinônimo de ave caipira. Sem olhar validade, procedência e refrigeração, o consumidor paga mais e leva o mesmo risco de contaminação”, alerta o manual de boas práticas da cadeia avícola.
Como escolher o corte que rende mais na cozinha
Com o quilo da carne de frango acumulando alta de 7% no IPCA anual, cada detalhe faz diferença no orçamento doméstico. Se o objetivo é preparar marmitas ou receitas com molhos fortes, o frango branco – geralmente mais barato – entrega rendimento semelhante. Para assados ou grelhados simples, a gordura levemente pigmentada do frango amarelo pode realçar o sabor.
Independentemente da cor, observe:
- Cheiro suave e carne firme, sem manchas acinzentadas;
- Bandeja sem excesso de líquido – sinal de descongelamento inadequado;
- Data de validade e temperatura bem controlada no balcão.
O que você acha? Você costuma pagar mais pelo frango amarelo ou prioriza preço e frescor? Compartilhe nos comentários. Para mais dicas de economia no supermercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik