Como pequenas falhas na cozinha encarecem sua lista do mercado
Alimentos perecíveis – Deixar pratos prontos ou ingredientes fora da refrigeração por mais de duas horas, armazenar frutas molhadas ou misturar batatas com cebolas são descuidos diários que turbinaram o desperdício de comida no Brasil recentemente.
- Em resumo: fora da geladeira, comida entra na “zona de risco” entre 5 °C e 60 °C e bactérias se multiplicam em minutos.
Temperatura ambiente vira terreno fértil para bactérias
Segundo orientação da Anvisa, alimentos prontos devem ser refrigerados até duas horas depois do preparo; em dias quentes, esse tempo cai à metade. Arroz, massas, carnes e molhos caseiros ficam especialmente vulneráveis dentro desse intervalo térmico.
“Alimentos prontos não devem permanecer fora da refrigeração por mais de 2 horas. Em dias quentes, esse tempo reduz pela metade.” – Guia de Boas Práticas de Manipulação
Separação e vedação corretas prolongam a vida útil
Frutas que liberam etileno – caso de banana e maçã – devem ficar longe de folhas sensíveis, enquanto verduras só entram na geladeira devidamente secas. Já batata e cebola pedem locais secos, protegidos da luz e separados entre si. Embalagens bem vedadas, de vidro ou plástico com fechamento hermético, impedem a perda de umidade e a entrada de pragas.
Esses cuidados podem aliviar o bolso: o IPCA-15 apontou alta de 5,34 % nos alimentos para consumo dentro do lar nos últimos 12 meses, segundo dados mais recentes do IBGE. Cada tomate ou folha desperdiçada pesa no orçamento do mercado do mês.
O que você acha? Quais dessas medidas você já aplica para salvar comida – e dinheiro – em casa? Para mais dicas práticas, acesse nossa editoria especializada.
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