Pesquisa revela custo oculto do avanço feminino nas empresas
Gallup – Um novo levantamento internacional divulgado recentemente expõe que, embora o número de mulheres em cargos de liderança nunca tenha sido tão alto, esse avanço tem saído caro: mais da metade relata níveis críticos de estresse que comprometem saúde e carreira.
- Em resumo: mulheres sob estresse constante correm risco 7 vezes maior de burnout.
Por que o bem-estar virou questão de sobrevivência corporativa
O dado mais alarmante vem dos Estados Unidos, mas ecoa no Brasil, onde a participação feminina na força de trabalho também bateu recorde, segundo o IBGE. Entre as entrevistadas pela Gallup, 51 % se dizem estressadas e 42 % vivem preocupadas de forma contínua. Programas tradicionais de bem-estar, sozinhos, não dão conta de conter essa sangria de talento.
“Para quem se sente constantemente estressada ou preocupada, a probabilidade de burnout é sete vezes maior” – Painel WOHASU Women 2025.
Como equilibrar carreira e vida pessoal sem perder renda
Especialistas do World Happiness Summit recomendam quatro passos práticos: ouvir ativamente as necessidades da equipe, integrar saúde mental ao fluxo de trabalho, comunicar benefícios com clareza e repensar modelos de produção, incluindo jornadas híbridas ou reduzidas. Estudos de Harvard citados no evento reforçam que, sob ansiedade, levamos 25 % mais tempo para concluir tarefas – um custo direto para empresas e para o bolso do consumidor, refletido em menor produtividade e, no limite, em preços finais.
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Crédito da imagem: Divulgação / WOHASU