Estratégias jurídicas e inovação para não virar alvo da concorrência
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) — registrar a marca no órgão e manter vigilância constante sobre possíveis imitações se tornou decisivo para preservar valor de mercado e evitar perdas milionárias, especialmente diante da multiplicação de concorrentes digitais.
- Em resumo: a falta de registro pode abrir brecha para terceiros faturarem em cima do seu nome e ainda processarem você.
Por que o registro é só o primeiro passo
Marcas que atravessam gerações combinam proteção legal com gestão ativa de portfólio. Segundo levantamento da Forbes sobre valor de marca, empresas que renovam logotipo, embalagem e canais de atendimento a cada ciclo de cinco anos ampliam em até 18% o reconhecimento junto ao público.
“Quem não monitora o mercado corre o risco de ver o próprio nome usado em produtos de baixa qualidade, corroendo reputação e faturamento”, alerta o especialista em branding Ricardo Bonelli.
Impacto direto no bolso e na rotina do consumidor
Quando uma empresa perde o direito sobre a própria marca, o prejuízo vai além dos tribunais: há custos de recolhimento de estoque, reimpressão de rótulos e perda irreparável de confiança. Para o consumidor, isso significa aumento de preço na gôndola ou descontinuação de produtos favoritos.
Além do registro, especialistas sugerem criar um “multiverso” de extensões — versões light, premium ou sazonais — mantendo a essência original. A estratégia reforça presença nas redes sociais e garante que, mesmo com mudanças de geração, o público reconheça a identidade principal.
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