Nova plataforma usará moradores como pesquisadores para acelerar insights
Data Favela e Ipsos anunciaram recentemente uma aliança inédita que coloca os próprios moradores das comunidades à frente da coleta de informações, reduzindo vieses e entregando retratos mais fiéis do consumo nas favelas.
- Em resumo: combinação de metodologia global e inteligência territorial para captar hábitos de 16 mi de brasileiros.
Por que essa cooperação pode mexer com o seu bolso
Ao integrar o rigor estatístico da Ipsos à rede de pesquisadores locais do Data Favela, a parceria cria uma base permanente de respondentes, gerando dados rápidos e recorrentes. Segundo dados do IBGE, o poder de compra das classes C, D e E já representa mais de 50% do consumo nacional – informação que agora poderá ser refinada bairro a bairro.
“Estamos unindo 15 anos de autoridade de campo ao padrão internacional de pesquisa para acabar com o apagão de dados nas favelas”, destacou Cléo Santana, co-CEO do Data Favela.
Potência de consumo das favelas exige atenção das marcas
Estudo recente da própria Data Favela aponta que os lares em comunidades movimentam cerca de R$ 202 bilhões por ano em compras de mercado, serviços e tecnologia. Marcas que ainda subestimam esse público correm o risco de perder relevância e faturamento, sobretudo em categorias de alta rotatividade como alimentos, higiene e eletrodomésticos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Data Favela