Selic elevada encarece parcelas e pressiona o orçamento familiar
Banco do Brasil – Na virada para abril de 2026, o banco revisou para cima as taxas do crédito pessoal, refletindo o custo do dinheiro em um cenário de política monetária ainda apertada. Para quem já tem ou planeja contratar empréstimo, cada ponto percentual vira um peso extra na fatura mensal.
- Em resumo: empréstimos pessoais no BB seguem entre os mais caros do mercado neste início de trimestre.
Por que as taxas subiram agora?
O ajuste acompanha a manutenção da taxa básica de juros pelo Banco Central e a cautela do sistema financeiro diante da inflação persistente. Segundo levantamento atualizado do Procon-SP, as principais instituições reforçaram o spread para proteger a carteira de crédito.
“Com o custo do dinheiro elevado, a tendência é que os bancos mantenham as linhas pessoais acima de 6% ao mês enquanto não houver alívio consistente na Selic”, aponta relatório do Procon.
Como isso bate no bolso do consumidor?
Na prática, cada R$ 5.000 tomados hoje podem render quase o dobro em juros se parcelados em 24 meses, comprometendo metas como reforma da casa ou troca de carro. Especialistas recomendam renegociar prazos, consolidar dívidas em modalidades mais baratas – como consignado ou home equity – e reforçar a reserva de emergência para evitar novos aportes de crédito.
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Crédito da imagem: Divulgação / Banco do Brasil