Estudo revela potencial bilionário das mulheres que assumem cabelos grisalhos
Gloria Steinem inspirou, há mais de 50 anos, o debate sobre envelhecimento feminino e consumo. Hoje, esse alerta vira urgência: quem desconsidera essa parcela da população deixa dinheiro na mesa em plena retomada de mercado.
- Em resumo: público 60+ já movimenta mais de R$ 1,8 trilhão/ano e quer se ver em campanhas ousadas.
Poder de compra é real e mensurável
Dados do IBGE confirmam que 14,7 % dos brasileiros têm 65 anos ou mais, segmento que concentra renda e estabilidade. Nas redes, perfis como o Cool50s substituíram a clássica “vovó do suéter” por mulheres que dirigem picapes, usam bijoux de design e investem em tecnologia de bem-estar.
“Todas as mulheres têm dentro de si uma Harley-Davidson roxa”, disse Steinem, lembrando que idade e rebeldia podem — e devem — andar juntas na publicidade.
Representação que converte: o recado direto ao marketing
Campanhas recentes que exibem anéis-desejo em mãos com rugas reais registraram aumento de engajamento e vendas, segundo fontes do setor. A explicação é simples: esse público sente-se finalmente visto e retribui no caixa. Especialistas apontam que incluir diversidade etária rende ROI imediato e fideliza gerações inteiras — filhas e netas confiam em marcas que respeitam suas mães.
O que você acha? Sua marca já conversa com quem tem 60+? Compartilhe nos comentários. Para mais insights sobre consumo consciente, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Reprodução / Pinterest