Programa exige inscrição online e comprovação de baixa renda; veja passo a passo
CNH Social — O programa que promete carteira de motorista sem custo volta em 2026 com novas exigências: a renda per capita do lar e o cadastro atualizado no CadÚnico. Para quem sonha em dirigir sem pagar as taxas que beiram R$ 3 mil, entender as regras pode significar economia imediata.
- Em resumo: idade não basta; governo prioriza inscritos no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo.
Quem tem direito e por que a renda é o novo critério-chave
De acordo com dados compilados pelo G1 Economia, o custo médio para obter a CNH subiu 12% no último ano, impulsionado pelo reajuste de aulas práticas e exames. Para aliviar esse peso, a CNH Social reserva vagas a candidatos com:
• renda familiar de até R$ 706 por pessoa;
• inscrição ativa no CadÚnico;
• residência fixa no estado que oferece o benefício há pelo menos dois anos.
Documentos, inscrição e o que muda de um estado para outro
A inscrição permanece totalmente online, feita no site do Detran estadual, mas o calendário varia: Pernambuco abre o portal já em janeiro, enquanto São Paulo só deve liberar formulários em março. Tenha RG, CPF, comprovante de residência e Número de Identificação Social à mão. Quem pretende primeira habilitação precisa ainda apresentar histórico escolar ou certificado do Ensino Fundamental, exigência comum no Nordeste.
Segundo economistas, poupar o valor da habilitação impacta diretamente o orçamento de famílias de baixa renda e aumenta a empregabilidade, já que muitas vagas pedem CNH como pré-requisito. Para motoristas de aplicativo, a gratuidade pode antecipar em até seis meses o retorno financeiro do investimento em um veículo.
O que você acha? Ter a CNH sem desembolsar um centavo muda seus planos para 2026? Para mais dicas de economia no dia a dia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik