Por que peças de viagem e móveis antigos podem valorizar seu espaço
BESPOKE Dela – O escritório nota que, nos últimos meses, proprietários têm deixado de lado a estética de “consultório” para resgatar cores, lembranças e objetos que contam histórias, refletindo uma virada pós-pandemia na forma de habitar.
- Em resumo: o “lar com identidade” substitui linhas frias por artesanato, madeira e acervo pessoal, conferindo aconchego sem inflar o orçamento.
Artesanato e memória viram protagonistas
O movimento, já perceptível em mostras de decoração e feiras de design, se apoia em dados do IBGE que apontam aumento de 12% nos gastos das famílias com manutenção e pequenos reparos em 2023, sinalizando uma busca por personalização.
“Casa pronta não existe: ela evolui com quem mora. Peças de barro, rendas e móveis herdados traduzem essa vida em curso”, pontua a arquiteta Rafaela Giudice.
Como isso afeta seu bolso e conforto diário
Garimpar móveis usados, investir em fibras naturais e expor lembranças de viagem sai, em média, 40% mais barato que comprar mobiliário novo de linhas minimalistas, segundo levantamentos de marketplaces de segunda mão. Além da economia, materiais como madeira de demolição e palha reduzem a sensação térmica nos ambientes, o que pode cortar a conta de energia nos meses quentes.
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Crédito da imagem: Divulgação / Dander Freitas