Negócio de naming rights sinaliza novas receitas para cultura e publicidade
L21 Corp — a holding carioca que reúne rádios, portais de música e casas de show — bateu o martelo: a fachada do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, levará o nome do Nubank a partir de agosto, movimento que consolida um faturamento projetado de R$ 380 milhões em 2026.
- Em resumo: parceria reforça a corrida por espaços de alto fluxo para ativação de marcas.
Por que o acordo com o Nubank muda o jogo?
Em tempos de busca por experiências ao vivo, garantir visibilidade em um ponto que recebe mais de 3 milhões de pessoas por mês é um trunfo. A L21 já coleciona cases como BTG Pactual Hall (SP) e Teatro TotalEnergies (RJ) e agora amplia o portfólio com o banco digital. Segundo dados do IBGE, o setor da economia criativa movimenta mais de R$ 400 bilhões por ano, o que equivale a 3% do PIB brasileiro.
A Aventura, braço de musicais da holding, colocou o Brasil como o 3.º maior produtor mundial de teatro musical, atrás apenas de Reino Unido e EUA.
Impacto para marcas e consumidores nos próximos meses
Com rádios como Mix FM Rio e Paradiso FM, o portal Vírgula e casas de show Blue Note no Rio e em São Paulo, a L21 cria um ecossistema que vai do streaming ao palco físico. Para o público, a tendência é ver mais promoções, shows e experiências coassinadas por grandes empresas financeiras — estratégia que barateia ingressos, financia produções de alto custo e impulsiona o turismo interno.
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Crédito da imagem: Divulgação / L21 Corp