Entenda como as novas faixas podem encolher o valor da parcela já neste mês
Minha Casa, Minha Vida (MCMV) – A partir de 22 de abril, o programa habitacional passa a aceitar famílias com renda até R$ 13 mil e amplia o teto dos imóveis financiáveis, medida que pode derrubar a prestação mensal de milhares de contratos.
- Em resumo: mais renda permitida = acesso a juros menores e imóveis mais caros.
Limites maiores, prestações menores
Com a correção das faixas, famílias que antes se enquadravam na Faixa 2 ou ficavam fora do programa agora podem migrar para a Faixa 1, onde os juros partem de 4% ao ano. Segundo dados compilados pelo G1 Economia, 87,5 mil lares devem ser beneficiados só nessa migração.
Taxas a partir de 4% ao ano podem representar uma economia superior a R$ 300 por mês em um financiamento médio de R$ 200 mil, segundo simulações do mercado.
O que muda na prática para o orçamento familiar
Além do alívio imediato na parcela, o novo teto de imóvel — que acompanha a valorização do mercado — permite escolher unidades em bairros com melhor infraestrutura, reduzindo gastos futuros com transporte e serviços. Para quem vive em regiões rurais, as faixas agora vão até R$ 134 mil de renda anual, ampliando o acesso ao crédito em pequenas propriedades.
Analistas lembram que a medida chega num momento de recuo da inflação de materiais de construção e da manutenção da Selic em patamar elevado. Juntas, essas variáveis podem conter o custo efetivo total do financiamento e aumentar a previsibilidade do orçamento doméstico.
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Crédito da imagem: Divulgação / Caixa Econômica Federal