Florianópolis, Barueri e outras surpresas que maximizam o bolso do programador
São Leopoldo (RS) virou sinônimo de “salário que rende” para quem vive de código. Na última temporada de 12 meses analisada, a cidade entregou remuneração média de R$ 6.919 que, ajustada ao custo de vida local, chega a R$ 12.490 — o maior poder de compra do país para profissionais de TI.
- Em resumo: interior gaúcho, Grande BH e polos catarinenses batem São Paulo no salário que realmente sobra.
Salário nominal x vida real: o ranking que inverteu as capitais
Quando o critério deixa de ser o contracheque bruto e passa a ser quanto ele compra, São Leopoldo, Florianópolis e Brasília saltam à frente de metrópoles tradicionais. Floripa, por exemplo, paga R$ 7.875 e entrega 40% mais poder de compra que a capital paulista, de acordo com dados de custo de vida monitorados pelo IBGE.
“São Paulo ainda cria mais vagas absolutas, mas o índice de 101 mostra que cada real vale quase o mesmo que a média nacional — longe dos 181 pontos de São Leopoldo”, aponta a análise do Score de Cidades.
O interior em alta: menos aluguel, mais oportunidade
Além de São Leopoldo, Canoas (RS) e Nova Lima (MG) combinam folha generosa e mercado aquecido. Canoas exibe salário nominal de R$ 9.374 e pode chegar a R$ 16.179 de poder de compra, enquanto Nova Lima entrega R$ 11.840 ajustados sem o custo da capital mineira.
Para quem busca volume de vagas, Barueri (SP) lidera com densidade de 680 admissões por 100 mil habitantes — quase nove vezes a média nacional — graças à presença de gigantes como Samsung e TOTVS.
Já quem prioriza segurança no emprego deve evitar Passo Fundo (RS), Londrina (PR) e Caxias do Sul (RS), únicas com saldo negativo de contratações no período.
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