Escalada militar pressiona combustível e pode pesar no seu bolso já nos próximos dias
Donald Trump – O ex-presidente dos EUA deu ao Irã até as 20h (horário de Nova York) para aceitar um cessar-fogo, sob pena de ataques a usinas, pontes e ao porto petrolífero da Ilha de Kharg, elevando o Brent para mais de US$ 110 por barril e reacendendo o temor de bomba no preço da gasolina.
- Em resumo: ameaça de destruição total acelera o mercado de petróleo e joga gasolina na fogueira da inflação.
Contagem regressiva: 20h decide paz, guerra… e o valor do seu tanque
Trump afirmou nas redes sociais que “uma civilização inteira morrerá esta noite” se Teerã não ceder. O vice-presidente JD Vance disse acreditar em resposta ainda hoje, mas Israel já alertou civis iranianos longe de ferrovias – indício de ataque iminente. De Londres, o Brent recuou parte dos ganhos, porém segue acima de US$ 110, nível que costuma antecipar repasse para bombas brasileiras em menos de duas semanas, segundo levantamento da G1 Economia.
“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser recuperada.” – Donald Trump, 7/5
Por que isso mexe com seu orçamento doméstico?
Cerca de 20% do petróleo mundial cruza o Estreito de Ormuz, hoje virtualmente bloqueado pelo Irã. Qualquer disparo adicional de preços eleva custos logísticos, encarece alimentos frescos e pressiona itens que dependem de transporte rodoviário, do arroz ao sabão em pó. Em 2019, tensão igual fez o diesel subir 11% no Brasil em 30 dias; cenário parecido agora pode se repetir, coincidindo com o pico da safra de grãos e impactando o frete interno.
O que você acha? A ameaça de guerra deve forçar o governo brasileiro a intervir nos preços dos combustíveis? Para mais análises sobre consumo e mercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / InvestNews