Como a falta de modernização pode pesar na sua conta e no preço dos produtos
Comerc – Em nova campanha institucional B2B, lançada recentemente, a companhia de soluções energéticas expõe um gargalo silencioso da indústria brasileira: o parque fabril envelhecido, que multiplica custos de eletricidade, reduz a produtividade e ainda turbina as emissões de CO₂.
- Em resumo: Equipamentos antigos consomem mais energia e encarecem tudo o que chega às prateleiras.
Equipamentos obsoletos drenam até 30% da conta de luz
Segundo projeções da Associação Brasileira de Eficiência Energética, máquinas com mais de 20 anos podem demandar até 30% a mais de eletricidade para produzir o mesmo volume. O dado faz eco ao diagnóstico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra estagnação nos investimentos em modernização fabril desde 2014.
“Renovar o maquinário é o caminho mais rápido para cortar custos e reduzir emissões agora, sem esperar mudanças tarifárias”, reforça a mensagem da campanha da Comerc.
Impacto direto no bolso do consumidor e na competitividade
Quando a indústria gasta mais luz para produzir, esse acréscimo acaba diluído no preço de alimentos, eletrodomésticos e itens de uso diário. Além disso, fábricas ineficientes precisam compensar a menor produtividade com horas extras e manutenção frequente, o que pressiona ainda mais os custos repassados ao varejo.
Especialistas lembram que, mesmo com medidas de curto prazo como trocas de motores e adoção de sistemas de gestão energética, a redução de até 40% na fatura é possível e gera retorno em poucos anos. Para o consumidor final, significa frear reajustes de preço e estimular produtos mais sustentáveis.
O que você acha? A indústria deve acelerar a troca de máquinas ou priorizar outras estratégias contra a alta de custos? Para mais análises sobre consumo e eficiência, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Comerc