Menos água, mais vitaminas: o segredo está na casca
Batata-doce – Ao trocar a panela de água pelo forno, consumidores ganham um tubérculo mais nutritivo, com textura macia e sabor adocicado que dispensa manteiga extra, reduzindo calorias na rotina.
- Em resumo: O calor seco do forno impede que vitaminas se percam na água de cozimento, elevando o valor nutricional da raiz.
Por que o forno vence a fervura
Segundo a nutricionista citada no material original, o cozimento úmido acelera a saída de vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo B. No forno, esse “vazamento” praticamente some. A explicação tem respaldo em guias oficiais de alimentação saudável do Ministério da Saúde, que recomendam métodos secos para preservar micronutrientes.
“Assar evita a lixiviação dos nutrientes e concentra sabores, fazendo da batata-doce uma aliada ainda mais poderosa para quem busca energia de longa duração”, pontua a especialista.
Dicas rápidas para pôr a teoria em prática
• Lave bem e mantenha a casca: ela concentra fibras que auxiliam na saciedade e no controle glicêmico.
• Pré-aqueça o forno a 200 °C e envolva as unidades em papel manteiga: processo simples que reduz o uso de óleo.
• Aproveite a assadeira ao máximo: asse várias peças de uma vez e congele porções individuais; isso economiza gás e tempo durante a semana.
Para quem monitora o orçamento, a batata-doce segue entre os tubérculos mais estáveis no mercado, registrando variação inferior a 1% no último levantamento mensal do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado pelo IBGE. Na prática, assar o alimento permite reaproveitar sobras em purês, panquecas ou saladas frias, ampliando o ciclo de uso e diminuindo o desperdício doméstico.
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