Entenda como a visão “desformatada” ganhou força e já influencia o marketing de grandes marcas brasileiras
Ogilvy Brasil – Na passagem de banners estáticos dos anos 1990 para sistemas de ideias que contam histórias completas, Rafael Donato mostra que olhar conceitual virou vantagem competitiva para anunciantes em pleno mercado de transição digital.
- Em resumo: experiência internacional ensinou Donato a priorizar a ideia, elevando o retorno das marcas em qualquer mídia.
Do lápis ao pitch: o método inglês que moldou Donato
Formado na efervescente Los Angeles do e-commerce nascente, o criativo consolidou sua assinatura em Londres, onde a prática de sketchbooks e dezenas de roughs por dia treinou o olhar para conceitos de alto impacto. Segundo levantamento da G1 Economia, o Reino Unido ainda é referência global em criatividade per capita, ajudando a exportar processos de brainstorming que ganharam o mundo corporate.
“Era uma publicidade extremamente conceitual, com humor ácido e uma obsessão enorme por craft”, relembra Donato, hoje chief creative officer da Ogilvy Brasil.
Por que campanhas mais conceituais pesam menos no seu bolso
Ao trazer essa mentalidade para o Brasil, Donato surfou a virada do comercial de 30 s para cases multiplataforma — formato que, segundo dados do IAB Brasil, garante até 40% mais engajamento orgânico e reduz o custo por aquisição nas plataformas sociais. No fim do dia, campanhas guiadas por ideia otimizam verba, elevam memorabilidade e entregam mensagens de propósito que o consumidor atual exige.
O que você acha? Uma publicidade focada em conceito pode, de fato, tornar a experiência de consumo mais relevante? Para mais insights sobre mercado e tendências, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Ogilvy