Reajuste de 3,9% eleva o limite do benefício para R$ 8,4 mil em 2026
INSS – O novo teto previdenciário para 2026 foi definido em R$ 8.475,55, após alta de 3,9% guiada pelo INPC. Como consequência direta, a taxa máxima do crédito consignado oferecido a aposentados e pensionistas permanece fixada em 1,85% ao mês, valor que delimita o quanto bancos podem cobrar pelos empréstimos descontados na folha.
- Em resumo: benefício sobe para R$ 8,4 mil e juros do consignado ficam limitados a 1,85% ao mês.
Por que 1,85% é relevante para quem precisa de dinheiro rápido?
Com o teto travado, qualquer instituição que ultrapasse os 1,85% está fora das normas do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). Segundo dados do IBGE usados no reajuste do INPC, a inflação moderada segurou a pressão sobre os juros, mas o valor ainda pesa no bolso de quem parcela por longos prazos.
Um empréstimo de R$ 5.000 em 84 meses, no teto de 1,85% ao mês, gera parcela aproximada de R$ 127 — totalizando pouco mais de R$ 10.600 ao fim do contrato.
O que muda para aposentados, pensionistas e também para os bancos?
O aumento do benefício amplia a margem consignável (35% do rendimento), permitindo empréstimos maiores. Para o sistema financeiro, significa carteira de crédito mais robusta, mas com retorno controlado pelo teto.
Especialistas em planejamento financeiro lembram que, mesmo com juros limitados, vale comparar CET (Custo Efetivo Total) e avaliar seguro embutido. Uma boa prática é reservar parte do 13º para amortizar contratos, reduzindo encargos futuros.
O que você acha? A taxa deveria cair mais ou o limite já é competitivo? Compartilhe sua opinião. Para outras orientações de consumo consciente, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Seu Crédito Digital