Conheça o modelo que promete independência e cuidado médico sem sair de casa
Tecnisa e parceiros do setor imobiliário de alto padrão miram o público 60+ com empreendimentos que misturam hotelaria e ambulatório 24 h na capital paulista, oferecendo conforto extra — mas com condomínio na casa dos R$ 6,5 mil.
- Em resumo: apartamentos sênior chegam a custar R$ 28,5 mil/m², cerca de 20% acima de prédios tradicionais em Higienópolis.
Quanto custa envelhecer com serviço de hotel cinco estrelas
O Naara Higienópolis, primeiro senior living da Tecnisa com a Naara Longevity Residences, já vendeu 45% das 106 unidades lançadas em 2025. O metro quadrado parte de R$ 28,5 mil e a taxa condominial estimada é de R$ 6,5 mil mensais, valor que cobre enfermeiros de plantão, limpeza e restaurante Badauê no térreo. A Vitacon segue o mesmo caminho: seu projeto terá 510 estúdios de 30 m², consultoria do Hospital Albert Einstein e preço que varia de R$ 28 mil a R$ 30 mil por metro quadrado, segundo dados do IBGE sobre o envelhecimento da população.
“É vida independente, mas com prevenção e segurança para evitar acidentes domésticos”, destaca Joseph Nigri, fundador da Naara Longevity Residences.
Por que o tema interessa ao bolso das famílias
Com 32 milhões de brasileiros acima de 60 anos em 2022 e projeção de 38% da população idosa até 2070, a chamada “geração prateada” movimenta um mercado bilionário. Para quem pensa em comprar ou alugar, a conta exige comparar: além do valor mais alto por m², entram na soma serviços de saúde, lazer e economia de tempo de cuidadores. Especialistas lembram que a despesa mensal pode substituir gastos com home care, adaptações residenciais e deslocamentos frequentes a clínicas, trazendo previsibilidade ao orçamento familiar.
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Crédito da imagem: Divulgação / Tecnisa