Pele bioimpressa vira vitrine para novas fórmulas sem testes em animais
Avon surpreendeu o mercado de beleza ao estampar, recentemente, pele humana bioimpressa em 3D no seu novo anúncio para o climatério. A proposta destaca como a tecnologia pode acelerar produtos específicos para mulheres na menopausa sem onerar o consumidor nem recorrer a testes em animais.
- Em resumo: marca imprime pele real em laboratório e faz dela o outdoor da campanha “Meno Skin”.
Por que a pele impressa pode baratear cosméticos futuros
A bioimpressão permite testar ativos diretamente em tecido humano, encurtando ciclos de pesquisa e, potencialmente, reduzindo custos que costumam pesar no preço final. A estratégia dialoga com a Lei 14.316/22, que reforça a eliminação de testes em animais no Brasil e segue as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde feminina.
“Sua pele não é um teste. A nossa é” — mote da campanha reforça que os experimentos ficam no laboratório, não no consumidor.
Climatério em foco: impacto direto na rotina de 29 milhões de brasileiras
Segundo dados do IBGE, mais de 14% da população feminina vive o climatério, fase marcada por ondas de calor, ressecamento cutâneo e queda de colágeno. Ao estudar 1,5 mil voluntárias em todas as capitais, Avon e Science Valley pretendem mapear variações regionais e criar fórmulas que dispensem etapas caras de adaptação. Para quem cuida do orçamento, isso significa produtos mais assertivos e menos desperdício na gaveta do banheiro.
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Crédito da imagem: Divulgação / Avon