Prazo final e passo a passo digital podem definir seu ganho
PIS/PASEP – Valores esquecidos por trabalhadores com carteira assinada ou servidores de 1971 a 1988 podem injetar até R$ 2.800 no seu bolso, mas somem de vez em setembro de 2028 se não forem retirados.
- Em resumo: consulta e saque agora são 100% online pelo app FGTS ou site Repis Cidadão.
Quem tem direito e por que o relógio corre
O saldo pertence a quem contribuiu para os antigos fundos PIS ou Pasep naquele período. Caso o titular tenha falecido, herdeiros podem requisitar o dinheiro apresentando certidão de dependentes ou decisão judicial. De acordo com dados compilados pelo G1 Economia, ainda há bilhões parados à espera de resgate.
O Governo Federal alerta: valores não sacados até setembro de 2028 retornam ao Tesouro Nacional – sem possibilidade de recurso posterior.
Como consultar e transferir sem sair de casa
Basta ter conta gov.br nos níveis prata ou ouro para garantir segurança. Depois, siga este roteiro express:
- Acesse o app FGTS ou o portal Repis Cidadão;
- Faça login com CPF e senha gov.br;
- Escolha “Valores esquecidos do PIS/PASEP”;
- Indique uma conta bancária e confirme.
O crédito é processado pela Caixa Econômica Federal e cai diretamente na conta indicada, eliminando filas e papelada.
Do esquecimento à rentabilidade: onde aplicar até 2028
Ao receber o valor, considere aplicações conservadoras que superam a poupança, como Tesouro Selic ou CDBs que rendem perto de 100% do CDI. Com a Selic a 10,75% ao ano, deixar o dinheiro parado na conta corrente significa perder poder de compra frente à inflação medida pelo IPCA.
Outra opção é montar uma reserva de emergência equivalente a três meses de despesas: o saque do PIS/PASEP pode ser o pontapé inicial sem comprometer o orçamento mensal.
O que você acha? Vai deixar o governo ficar com o seu dinheiro ou transformar o valor em investimento? Para mais orientações sobre direitos trabalhistas e finanças pessoais, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik