Entenda como a falta de Jet A1 pode bagunçar seu roteiro e encarecer passagens
Aeroportos de Milão, Veneza e Bolonha enfrentam uma escassez repentina de querosene de aviação (Jet A1) desde o início da semana, forçando companhias aéreas a decolar com tanques parciais ou a desviar rotas para reabastecimento em países vizinhos.
- Em resumo: a restrição de combustível já provoca atrasos, cancelamentos e filas de passageiros em conexão.
Por que o combustível sumiu dos tanques do norte italiano?
Operadores locais atribuem o problema a um gargalo logístico no oleoduto que liga o porto de Gênova aos principais terminais da região. A situação ocorre justamente quando o preço internacional do querosene avança, como mostra levantamento do G1 Economia, pressionando ainda mais os custos das companhias.
“Sem reabastecimento pleno, as aeronaves precisam carregar combustível extra na origem, o que reduz capacidade de carga e pode culminar em cortes de assentos”, informou a associação italiana de linhas aéreas em nota.
Impacto direto no bolso e na programação do passageiro
Os três terminais afetados funcionam como hubs de conexão para quem sai do Brasil em direção a destinos populares de verão europeu. Com a limitação, voos têm sido redirecionados para Zurique ou Munique apenas para abastecer, alongando o tempo de viagem e aumentando o custo operacional das companhias. Especialistas lembram que o combustível responde por cerca de um terço do gasto total de um voo — qualquer oscilação tende a refletir rapidamente no preço final do bilhete.
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Crédito da imagem: Divulgação / Seu Crédito Digital